quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Quem realiza a Pernambuco Shoes é a Meira Ramos - Eventos e Feiras de Negocios, sediada em Recife - PE.

++ Informações:

81.3339.4275

Palestras - Pernambuco Shoes

PALESTRAS – TREINAMENTOS E CAPACITAÇÃO.
Durante os três dias estaremos realizando em auditório no pavilhão da feira, uma programação com palestras técnicas destinadas a abordagem interessante ao setor, realizada por entidades e profissionais atuantes.

Data: 04 de Setembro de 2007.
Hora: 14h
Local: Auditório da Feira.

Tema: Design com foco na tribo.


Abordagem do tema segmentação e tribo:
Como o mercado pode ser ampliado através de mercados menores e como o Design exerce um papel importante nesta estratégia.
A análise de influências de diferentes tribos, ou seja, grupos de pessoas que dividam interesses, estilos, profissões ou até mesmo gostos, podem se tornar um segmento atrativo. Mercado de surfwear, skatewear, os funkeiros etc, são exemplos de tribos que se tornaram segmento, em função do Design e Moda que são apreciados por um número maior de consumidores.
A importância de abrirmos os olhos e apreciar outros estilos e tendências que não são consideradas tendências de moda. Isso pode ser um diferencial competitivo muito grande e aliado ao Design, isso pode se tornar um excelente negócio.

Abordagem do tema Design Brasileiro:

Como o Brasil apresenta tendências próprias e é ditador de Moda e Design. A desconstrução de obras de arte, arquitetura, objetos, roupas podem e são características que são repassadas para o desenvolvimento de uma coleção de calçados e acessórios. O Brasil se destaca não através de cópia nem modismos, mas firma suas criações de maneira fundamentada no mercado nacional e internacional.

Gabriela B. Piaget

Atualmente é Designer de produto e tem uma base profissional concreta e fundamentada em design. Possui graduação em Design de Produto com ênfase em calçados e acessórios pelo Centro Universitário FEEVALE, RS. Possui MBA em Marketing Empresarial pela Universidade Federal Fluminense, RJ. Cursos de Extensão e Profissionalizante em Moda (SENAI, RS), Gestão no Setor Calçadista (FEEVALE, RS) e Design Gráfico (FEEVALE, RS). Conhecimento em gerenciamento de produtos de moda, desenvolvimento de estratégias para implantação de novos produtos, marcas e criação.





Data: 05 de Setembro de 2007.
Hora: 14h
Local: Auditório da Feira.


Tema: Confirmações das tendências Primavera-Verão para Calçados e Acessórios.
Versa sobre o universo das tendências, comportamento e modismo. Bastante dinâmica conta com alguns vídeos e uma iconografia riquíssima, disposta em seis temas, nos segmentos masculinos, feminino, infantil e acessórios.

Ângelo Rafael – CTCC Centro tecnológico do Couro e Calçados – PB.

45 anos, artista plástico saído da UFPB, estilista de moda pelo Politécnico Internazionale per lo Sviluppo Industriale Econômico – PISIE - Itália que no passado foi Escola da Cooperação Técnica Internacional Italiana, onde estudou com bolsa de estudos da OEA e posteriormente lecionou, fixa raízes, definitivamente, na Serra depois de inquieta peregrinação pelo Brasil e exterior que durou anos. Multimídia, literalmente, consegue interagir em várias frentes de trabalho, que parte de sua grande mesa branca do Centro de Tecnologia do Couro e do Calçado do SENAI, onde coordena a Unidade de Design e Desenvolvimento de Produtos, e passa por algumas marcas de calçados, acessórios, roupas.

PERNAMBUCO SHOE - Salão da Indústria de Calçados, Bolsas e Acessorios de Pernambuco.

Quem estiver em Pernambuco no periodo de 04 a 06 de Setembro de 2007, vai até o centro de Convenções, conferir como anda a moda Pernambucana...

DATA
De 04 a 06 de Setembro de 2007.

HORARIO
16h às 22h

LOCAL
CENTRO DE CONVENÇÕES DE PERNAMBUCO
RECIFE – PERNAMBUCO

O PERNAMBUCO SHOES é um evento direcionado para incrementar as vendas da indústria de calçados pernambucana, a partir da formação e captação de novos contatos comerciais que posteriormente serão transformados em negócios.


OBJETIVOS GERAIS:
>Promover um ambiente adequado para facilitar o acesso a lojistas, distribuidores e industriais do segmento proporcionando resultados de venda.
>Divulgar no cenário nacional as principais características dos produtos produzidos na região, atraindo assim novos consumidores.
>Consolidar os pólos regionais como geradores de produtos de excelente qualidade e de valor agregado comercialmente, atraindo investimentos, gerando novas oportunidades para os empreendedores locais, criando consequentemente mais empregos e renda para todos.

>Apresentar alternativas para aumentar sua competitividade, através do fortalecimento de sua identidade.

PÚBLICO ALVO:
Exclusivo para profissionais, principalmente: Lojistas, atacadistas, distribuidores, estimados em mais de 3.000 pessoas, do Norte e Nordeste convidados pelos próprios expositores, associações e entidades apoiadoras.


EXPOSITORES:

A planta da feira esta destinada a 34 áreas de participação em tamanhos diversos com a participação de quarenta industrias formais de Pernambuco, 30% Interior: Timbauba e Caruaru e 70% Recife.

1ª EDIÇÂO – 2007
>Data de Realização: 04 a 06 de Setembro
>Local: Centro de Convenções de Pernambuco.
>Estimativa de Público visitante: 3 mil compradores
>Estimativas de Negócios Movimentados: Dois Milhões em Reais.
>Expositores: 40 Indústrias formais.

ENTIDADES DE APOIO:
SINDICATO DA INDÚSTRIA DE CALÇADOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO
SINDICOURO
AD/DIPER
FIEPE
SEBRAE
SINDIVEST
CTCC

VEÍCULOS DE APOIO:


FASHION BRASIL
REVISTA VOGUE
USE FASHION






"No meu país acham que moda é frivolidade, futilidade. Tento lhes dizer que moda é comunicação, além de dar emprego para muita gente".

Desculpem, mas desconheço o autor...

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Fashionbussines:: INFLUENCIADORES E HÁBITOS DE MÍDIA NO COMPORTAMENTO DO CONSUMO DE MODA - PARTE 1

Fashionbussines:: INFLUENCIADORES E HÁBITOS DE MÍDIA NO COMPORTAMENTO DO CONSUMO DE MODA - PARTE 1

INFLUENCIADORES E HÁBITOS DE MÍDIA NO COMPORTAMENTO DO CONSUMO DE MODA - PARTE 2

Cada cabide, uma sentença

O comportamento de consumo pode ser explicado pela necessidade de expressar significados mediante a posse de produtos que comunicam à sociedade como o indivíduo se percebe enquanto interagente com grupos sociais. Os atributos simbólicos são dependentes do contexto social. Sendo a moda símbolo na sua própria essência, parece certo afirmar que à ela se aplica perfeitamente esta transferência de significados, visando a comunicação entre os integrantes de sociedades, onde tudo comunica e onde“[...] o vestuário é comunicação” (Eco, 1989, p. 07).


O indivíduo possui tendência psicológica à imitação, esta proporciona a satisfação de não estar sozinho em suas ações. Ao imitar não só transfere a atividade criativa, mas também a responsabilidade sobre a ação dele para o outro. A necessidade de imitação vem da necessidade de similaridade. Sob esta dimensão conclui-se que moda é a imitação de modelo estabelecido que satisfaça a demanda por adaptação social, diferenciação e desejo de mudar, sendo baseada pela adoção por grupo social (Simmel, 1904).

Todos os dias, ao abrirmos o armário em busca de vestimentas adequadas para pôr os pés no mundo, procuramos algo que possa nos distinguir. Lenço, brinco, paletó que nos deixe alguns centímetros acima da humanidade.
Queremos nos desassociar dos clichês vulgares, ter personalidade. Ser diferentes das pessoas comuns e semelhantes aos nossos pares – sejam eles surfistas, camponeses, hindus ou beduínos. Ao mesmo tempo em que consegue ser única, tornando cada indivíduo singular, a moda agrega os iguais com seu canto de sereia, oferecendo uma ponte de comunicação silenciosa.

A lógica é a diferença individual e a inovação estética, ou promoção da identidade pessoal e legitimação da expressão individual. Ou seja, diferenciar para singularizar, ao mesmo tempo que não rompe com os padrões da sociedade. Esta parece ser a interpretação de Lipovetsky (1989, p.39), quando diz:
Mas a moda não foi somente um palco de apreciação do espetáculo dos outros; desencadeou, ao mesmo tempo, um investimento de si, uma auto-observação estética sem nenhuma precedente. A moda tem ligação com o prazer de ver, mas também com o prazer de ser visto, de exibir-se ao olhar do outro.


A moda funciona como carteira de identidade de uma pessoa ou grupo, predominantemente durante certo período em determinada região (Sproles, 1981). Trata-se de dispositivo social, portanto o comportamento orientado por ela é fenômeno presente na interação do homem com o mundo. Ato de narcisismo e de generosidade, porque é para si e também para o outro.


É também processo de adoção de símbolos que provê de identidade os indivíduos, uns em relação aos outros (Miller et al., 1993). Mesmo aqueles que afirmam jamais segui-la de perto (os membros do mundo “anti-fashion”) consomem pelo menos dois de seus mais badalados produtos – jeans e camisetas. O valor simbólico agregado ao valor funcional dos objetos de consumo vêm atender a objetivo claro: acompanhar as mudanças das estruturas sociais e interpessoais (Baudrillard, 1995).

Muitos fatores psicológicos ajudam a explicar por que pessoas são motivadas para estar na moda, tais como conformidade social, busca da variedade, criatividade pessoal e atração sexual. Estes consumidores têm necessidade de ser únicos, querem ser diferentes, mas não tão diferentes assim que percam a sua identidade social (Solomon, 1996).

Por Ana Paula Celso de Miranda* e Maria Carolina Garcia**

sexta-feira, 13 de julho de 2007